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No sandbox, o desfecho do onboarding de um recebedor é decidido pelos últimos 4 dígitos do documento (CPF/CNPJ) enviado no POST /recipients. Qualquer documento com dígitos verificadores válidos fora dos cenários abaixo é aprovado. É o mesmo princípio dos cartões de teste: você escolhe o desfecho — inclusive a recusa, que no ambiente real depende de uma análise KYC de verdade.
Os 2 últimos dígitos de um CPF/CNPJ são dígitos verificadores calculados — não dá para simplesmente inventar um número terminado em 0003, porque a validação de documento rejeita antes de chegar ao sandbox. Use o gerador abaixo: ele só produz documentos válidos.

Gerador de documento de teste

Escolha o tipo (CPF/CNPJ) e o cenário — o documento gerado sempre tem dígitos verificadores válidos e termina no sufixo do cenário.
A máscara não importa: 690.636.000-03 e 69063600003 disparam o mesmo cenário — o sandbox olha só os dígitos.

Cenários por sufixo

Aprovado

Recusado

Pendente

Especial

O que observar depois

Depois de criar o recebedor com um documento de recusa, valide os dois lados da sua integração:
1

Consulte o recebedor

GET /recipients/:id — confira o status e as pendencies, com o code da tabela acima e os textos message/action prontos para exibir.
2

Receba o webhook

Assine recipient.refused e recipient.pendency_updated — o payload traz o recebedor completo, incluindo as pendências. Veja o ciclo de aprovação.

Documentos prontos (copiar e colar)

Todos com dígitos verificadores válidos: Para variar os números (ex.: testar vários recebedores recusados), use o gerador acima.
Esses cenários valem para o sandbox. Em produção, aprovação e recusa dependem da análise KYC real — e o motivo chega do mesmo jeito, pelas pendencies.